JURAS DE AMOR
Dizer que jurei amar-te!?...Oh! Sim, tanta vez
É possível um juramento qualquer um faz,
Na verdade foi o Cupido tudo é capaz,
Tenho jurado muito, por tantos, tantos porquês?...
Depois, és insonte, jurar é sempre falaz,
Falsas promessas são visíveis e, tudo não vês,
As paixões românticas que tu p’r’aí lês
Não passam d’ilusões talvez do séc’lo a trás!
O resto, são promessas, não chegam às metas,
Que se ouvem ou vivem em tons submersos,
Onde ninguém colhe rosas livres ou discretas!...
Não entendes como somos em amor diversos,
Porque isto de paixões na mente dos poetas,
Não passa d’um alegoria pra fazer versos!

Do Melhor
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