AMIGOS PERIGOS.
Aos meus amigos e pseudo-amigos.
Poesia dedicada ao Sr.
Luís Domingos de Luna, BRASIL
Meu agradecimento pelas visitas
Ao meu modesto BLOG.
Envie por favor seu endereço.
Amigos! Amigos! Como os definir
Se o meu amigo certo, mais sincero,
Terminou, insensato por trair
O abraço que sempre a sorrir
Dizia: --Eu te quero! Eu te quero!
Amigos, cambada de canalhas,
De sorrisos piores que metralhas,
De palavras, todas de veludo
Vegetam, lascivos na doce calma,
E no fim, de conseguirem tudo
Apunhalam, ímpios até à alma!
Amigos, só de nome, nada mais
Fogem ligeiros como pardais,
Quando ruge a fatal, tempestade,
Sua prontidão, dócil e alardes,
Não passam de cenas de cobardes,
Hipócritas, natos por afinidades!
Amigos, fixes de maré oportuna,
Cujos fins eram só a minha fortuna…
As vénias eram o máximo servis,
Eu vi-os como farrapos humanos,
Suas loas eram pra mim enganos,
Amigos! Não passavam de imbecis!
Amigos? Tive cento e vinte quatro,
Artistas galantes de genuíno teatro,
Que vi actuar na vida, um por um,
Pra tão cínica e exacta actuação,
Merecem bem o “OSCAR” da traição,
AMIGOS? Oh! Não quero mais nenhum!
Nelson Fontes Carvalho (Nelfoncar)
AMORA7 Belverde
PORTUGAL
VIII / MMVIII

Do Melhor
Linkk
del.icio.us
O Gênio da Gravidade
Luiz Domingos de Luna
Cada tombo uma queda
O Ser vivo a equilibrar
Não pode escorregar
Uma altura que esfarela
Quem anda de avião
Já fica preocupado
Numa pane é jogado
Corpo sem vida no chão
Gravidade impiedosa
Sempre a puxar das alturas
Até às vezes, dá tonturas.
De queda assombrosa
Lá da montanha, um condor.
Voava tranquilamente
Num instante somente
Pensei que estivesse parado
Parado nas alturas
Está tudo errado
Cadê tua força, puxador?
Eu estava enganado
Não era um condor
Não era um planador
Era um simples beija-flor
Enganando a gravidade.
Luiz Domingos de Luna | 31-08-2008 - 04:39:55 GMT 1 #
O Vazio
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com.br
O Vazio não pode ter nada
Se tiver algo, ele está ausente.
Na plena ausência está presente
Antes do ponto ou depois da disparada?
O Vazio não pode ser conceituado
A Noção que se tem é dogmatizada
A ausência é a presença do não chegado
O Vazio não tem uma lógica estruturada
O Vazio não pode ser preenchido
Preencheu o vazio, ele sumiu.
Sumiu-se, ele nunca existiu.
O Vazio está escondido?
O Vazio quebra a existência
Quebra a matéria e o tempo
Não pode ter momento
Existe no cosmo? Ou na inteligência?
Como encontrar o vazio?
A existência toma seu espaço
Ou ela está em pedaços
A ausência de tudo. Quem já viu?
O Nada absoluto. Plena Garantia
Sem buraco negro, sem quasares.
Sem o avesso da matéria
Sem o avesso da energia
Sem átomos, sem moléculas.
Sem luz, sem escuridão.
Um vazio perfeito
A ausência da existência
A Luz da criação!
Luiz Domingos de Luna | 31-08-2008 - 04:40:38 GMT 1 #
A Construção do Eu
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
A cada dose um contentamento
De uma vida a apreciar
Numa escala a determinar
O tipo de comportamento
Uns a forma o juramento
Outros a matéria a clamar
E os da alma a cantar
A voz do ego o pensamento
São corpos dobrados ao vento
Na dimensão do espaço
O intelecto de aço
A fazer questionamento
Um mundo a semente
Sem depender da paisagem
É sempre uma passagem
Do corpo, alma e mente.
Qual vetor determinante
Dos três fragmentos
Uma vida de argumentos
Na matéria, o mundo dominante.
São vidas alinhamentos
Em linhas determinadas
Cada qual em sua estrada
O Viver a cada momento
Ou tem que somar tudo
Provar a dose em separado
De um mundo agrupado
A cada gosto um fel dobrado
Ou o brilho do mel achado
De um novo ser em movimento
Luiz Domingos de Luna | 31-08-2008 - 04:41:52 GMT 1 #
Gostaria de agradecer ao amigo Nelson Fontes por oportunizar as postagens de minhas humildes poesias neste blog que é muito acessado em portugal e no Brasil, rogo pela sua plena recuperação de saúde, e dizer que a amizade e este vínculo que temos para o engrandecimento da epistemologia Genética da Humanidade. O Que o Mestre Neson Fontes faz com tanta maestria e que eu, embora começanda agrora, procuro também seguir o caminho da veia poetica deste grande humanista, intelectual português.
Ao tempo em que agradeço ao povo de portugal por ler as minha humildes obras literárias.
Atenciosamente,
Luiz Domingos de Luna
Aurora/Ceará / Brasil
Luiz Domingos de Luna | 31-08-2008 - 04:57:59 GMT 1 #
Paraíso
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
Conversei com Eva
Lá no paraíso
Não tinha sorriso
Parecia tristonha
Não tinha vergonha
Buscava liberdade
Não tinha saudade
Então lhe indaguei
Qual a dor do seu grito?
Viver em conflito
Passar ou não?
Para a próxima geração.
Luiz Domingos de Luna | 06-09-2008 - 18:42:51 GMT 1 #
Travessia
Luiz Domingos de Luna
www. meninodeusaurora.com.br
A Parede da mente
Está quebrada
No conflito da estrada
É reviravolta somente
Á águia está lá
A asa ferida
Sem guarida
Sempre a voar
A água agitada
Tem que passar
Furacão no ar
Força anulada
Na superfície a pisar
O mergulho da morte
É o único suporte
Que espera chegar
Tremulante momento
Uma chuva de vento
A águia a carregar
Rasteja na onda
Como uma lona
O espaço ganhar
A asa dobrada
Tão fatigada
A praia chegar
Luiz Domingos de Luna | 13-09-2008 - 21:45:18 GMT 1 #
Passos
Luiz Domingos de Luna
Procurar na web
Passos que passo
Passos que vem
Passos do além
Não sei o que faço
É como um compasso
De um tempo passado
Já foi um chamado
Na imensidão do espaço
Ouvi um grito
Parecia um trovão
Na escuridão
Estava aflito
Pulei noutro astro
Deixei a pisada
Ta lá registrada
Como um mastro
Luz em ebulição
Fiquei assustado
Parece ter entrado
Noutra dimensão
Tudo tão diferente
Um carrossel giratório
Um som vibratório
No meu consciente
Sonho ou realidade
Não sei precisar
É um vôo a voar
Não tem gravidade
Uma mão me puxou
Numa frieza gelada
Não sei mais de nada
Num novo mundo estou
Luiz Domingos de Luna | 07-10-2008 - 04:03:01 GMT 1 #
Passos
Luiz Domingos de Luna
Procurar na web
Passos que passo
Passos que vem
Passos do além
Não sei o que faço
É como um compasso
De um tempo passado
Já foi um chamado
Na imensidão do espaço
Ouvi um grito
Parecia um trovão
Na escuridão
Estava aflito
Pulei noutro astro
Deixei a pisada
Ta lá registrada
Como um mastro
Luz em ebulição
Fiquei assustado
Parece ter entrado
Noutra dimensão
Tudo tão diferente
Um carrossel giratório
Um som vibratório
No meu consciente
Sonho ou realidade
Não sei precisar
É um vôo a voar
Não tem gravidade
Uma mão me puxou
Numa frieza gelada
Não sei mais de nada
Num novo mundo estou
Luiz Domingos de Lunaingos | 12-10-2008 - 23:45:20 GMT 1 #
Passos
Luiz Domingos de Luna
Procurar na web
Passos que passo
Passos que vem
Passos do além
Não sei o que faço
É como um compasso
De um tempo passado
Já foi um chamado
Na imensidão do espaço
Ouvi um grito
Parecia um trovão
Na escuridão
Estava aflito
Pulei noutro astro
Deixei a pisada
Ta lá registrada
Como um mastro
Luz em ebulição
Fiquei assustado
Parece ter entrado
Noutra dimensão
Tudo tão diferente
Um carrossel giratório
Um som vibratório
No meu consciente
Sonho ou realidade
Não sei precisar
É um vôo a voar
Não tem gravidade
Uma mão me puxou
Numa frieza gelada
Não sei mais de nada
Num novo mundo estou
Luiz Domingos de Luna | 12-10-2008 - 23:45:58 GMT 1 #
Pesquisas Científicas, Consultas, artigos, postagens, monografias, teses Acadêmicas, resenhas, comentários, novas postagens
Luiz Domingos de Luna buscar na web
Ref. Bibliográfica
Luiz Domingos de Luna é Professor da E.E.F.M Monsenhor Vicente Bezerra, Rua Cel José Leite s/n, Araçá - Aurora - Ceará. Cep: 63.360.000 Tel (88)35433903.
Fonte:http://criarpoesia.nireblog.com/post/2008/08/01/amigos-perigos#comment-92280
Nota do Autor:
Material disponívíel para estudo, tudo para o engrandecimento da epistemologia genética da Humanidade.
Na repostagem citar este referência bibliográfica.
Grato,
O Autor.
Luiz Domingos de Lunal | 13-11-2008 - 22:33:21 GMT 1 #
Transformação
Luiz Domingo de Luna
Procurar na web
Reguei uma planta
No meu jardim
Era um Jasmim
Beleza que encanta
Entre espim
Uma lagarta
Como uma carta
Vinha a mim
Toda enrolada
Comia clorofila
Pele colorida
De fogo chamada
Numa manhã florida
A lagarta sumiu
A borboleta me viu
Nos caminhos da Vida
Contemplando o chão
A asa em giro agitava
A Paisagem deixava
Na linha da imensidão
Luiz Domingos de Lunal | 13-11-2008 - 22:37:55 GMT 1 #
Meu Pai
Luiz Domingos de Luna
Procurar na web
Posso chamar de Pai
A Vida ele me deu
Na construção do meu eu
O respeito vem e vai
Fica a recordação
Do lindo ensinamento
O Meu sentimento
Sempre no coração
Na selvageria social
A Bondade ele expressa
Uma vida que começa
Ao primeiro sinal
Difícil civilidade
Implantar na geografia
Serenidade e sabedoria
No Opaco olhar da cidade
Oh! Ingrata geração
Para dar alinhamento
O Brilho do Conhecimento
O Pulsar da gratidão
Caldo cultural deficiente
Espaço rústico de dor
Cuidai mestre, Meu Senhor
Na seleção da semente
Viajaste hoje ao mundo celestial
A Paz e o ensinamento
Quebrando sempre correntes
Plantando boas sementes
Num mundo desigual
Luiz Domingos de Lunal | 13-11-2008 - 22:39:11 GMT 1 #
Onda que chora
Luiz Domingos de Luna
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História dos papéis
O mouse a demarcar
Palavras que somem
Mas que vão voltar
A tela da história
Um trabalho a postar
Um instante eterno
Que não vai durar
Tudo a voar
Sempre escrevendo
De um tempo correndo
Não pode parar
Vida sumida
Na abstração
Vida já vivida
Em outra ilusão
No útero da terra
Vai transformar
Onda que passa
A outro repassa
Sempre a chorar
Luiz Domingos de Lunal | 13-11-2008 - 22:40:11 GMT 1 #
Interrupção
Luiz Domingos de Luna
Buscar na web
O Tempo quebra o espaço
No grito que foi sufocado
Corpo sem vida parado
Marca do tracejo Compasso
Deixei a marca no aço
Não completei a missão
Estou noutra dimensão
Não sei o que é que faço
A matéria não cabe em mim
A luz não curva o universo
Penso que atravesso
Um Horizonte sem fim
Estás próximo de mim
Mas como manter contato
Não sou um ser de fato
Sou uma onda vaga sem fim
Falta o ponto linha ou cruz
Ou uma voz para falar
Não posso sempre vagar
Numa atmosfera sem luz
Luiz Domingos de Lunal | 13-11-2008 - 22:41:48 GMT 1 #
Pingo da vida?
Luiz Domingos de Luna
Procurar na web
Era um pingo
Começou a girar
Fiquei a olhar
O Seu caminho
Desceu a ladeira
Parou um segundo
Estava imundo
Cheio de poeira
Bolinha consistente
Ganhou conteúdo
Da parte o tudo
Sempre à frente
Rolou num tinteiro
Ficou colorido
Bicho sabido
Fugiu bem ligeiro
Atravessou uma vala
Passou na ferida
A Bactéria Lambida
A Vida levava
Pingo complicado
Todo disformado
É a vida da ferida
Ou o pingo da vida?
Luiz Domingos de Lunal | 13-11-2008 - 22:43:48 GMT 1 #