VOLTEI À MADRAGOA
Actualmente visito frequente Lisboa,
Os típicos bairros e todos seus velhos recantos,
Hoje, lá fui, pelas ruelas da Madragoa,
Onde s’ouvia o fado vadio por todos cantos.
Ali havia uma taberna com pinga boa,
Junto um bordel no tempo dos momentos ”santos”
Gerido por uma Formosíssima rascoa,
Que sabia bem do seu “serviço” com seus encantos!
A taberna? Ouvi dizer tinha fechado há anos,
Olhei atento, a “pinga boa” dos meus planos,
Ali estava, “pingava” saudade, e tristezas!
Dei dois passos a trás pra descobrir o lupanar,
Aquele rés-do-chão pude triste observar,
Era banco, que foi “banco” das minhas fraquezas!

Do Melhor
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